A HISTÓRIA DOS NOSSOS SÍMBOLOS: O LOGO E O UNIFORME
Em 1970 as atenções do mundo estavam voltadas para a chegada do homem à Lua, que aconteceu em julho de 1969. Dentro deste clima o arquiteto Sergio Rocha foi convidado a desenhar o logotipo e o uniforme da Escola Jardim das Nações.
Por sermos um Jardim das Nações, Sergio Rocha desenhou a Terra azul, como Neil Armstrong a descreveu na volta de sua viagem, e a colocou num campo amarelo representando o ouro, as riquezas que ela possui. No caso da escola, este campo representa também a riqueza que são as crianças que recebemos para educar.
E desde os primeiros anos de nosso trabalho, fazendo jus ao nome que temos, sempre recebemos alunos dos mais longínquos cantos da Terra: inicialmente eram muitos franceses, depois também italianos, alemães, canadenses, japoneses e posteriormente, coreanos.
Ao completarmos 25 anos, o também arquiteto Paulo Pacini, trabalhou o logotipo de Sergio Rocha, dando-lhe uma terceira dimensão e criando um novo logo, que temos usado desde então.
O uniforme também foi desenhado por Sergio Rocha, com tecidos que além de muito duráveis eram muito lindos. As calças, as saias e a jaqueta (com o escudo na manga) eram de lonita tebilizada azul claro, da Renaud; as camisas eram de popeline xadrez milimetrado, também azul claro, da Nova América, com o escudo no bolso. Usamos este uniforme até 1984, quando só tínhamos alunos da Pré-escola até a 4ª série do antigo Primário.
Quando a escola completou seu 15º ano letivo, em 1985, abrimos o antigo Ginásio, do 5º ao 8º ano, por insistência dos pais e dos alunos, e com isto vimo-nos compelidas a mudar o uniforme. Procurando torná-lo mais prático, passamos a usar camisetas, e menos infantil, abandonamos o azul claro. Também Sergio Rocha desenhou o novo uniforme: camisetas coloridas e calça de malha azul marinho. Sempre de material de ótima qualidade e durável.
Este é o uniforme que mantemos até hoje, com uma pequena adequação para 2010, quando passaremos a adotar apenas as cores da nossa bandeira, azul, amarelo, verde, branco e uma cor neutra, o cinza mescla, tentando minimizar o consumismo.